quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

HOW WE FIGHT HUNGER

O vídeo abaixo foi roteirizado e dirigido por mim para o Centro de Excelência contra a Fome. 
Mostra como o Centro, uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos, ajuda países em desenvolvimento a melhorar seus programas de alimentação escolar.
As filmagens aconteceram em outubro do ano passado no Malawi, em Moçambique e no Brasil. O trabalho, que teve co-direção de Alexandre Jordão, responsável pela parte brasileira, é
 o registro de uma experiência brasileira que tem provocado uma pequena revolução nos países em desenvolvimento.

domingo, 22 de setembro de 2013

PRESIDENTES AFRICANOS

Estreia na próxima quarta-feira, dia 25 de setembro, no Discovery Channel, a série Presidentes Africanos.

A produção é da Cine Group.

Além de editor executivo da série, escrevi e dirigi alguns dos 15 episódios.

Compartilhem!

segunda-feira, 25 de março de 2013

MEMÓRIAS DA ÁFRICA E DO ORIENTE

História Geral de Cabo Verde. III
Coordenação de Maria Emília Madeira Santos , III, 2002 - 540 pags.


Para quem quer conhecer mais sobre a ocupação portuguesa na África, recomendo o sítio "Memórias da África e do Oriente".

A seguir, trecho do texto de apresentação do portal:


"O Portal das Memórias de África e do Oriente é um projecto da Fundação Portugal-África desenvolvido e mantido pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento desde 1997. É um instrumento fundamental e pioneiro na tentativa de potenciar a memória histórica dos laços que unem Portugal e a Lusofonia, sendo deste modo uma ponte com o nosso passado comum na construção de um identidade colectiva aos povos de todos esses países."

terça-feira, 12 de março de 2013

MULHERES AFRICANAS NA DEUTSCHE WELLE

Abaixo, reportagem da rádio Deutsche Welle sobre o documentário "Mulheres Africanas - A Rede Invisível", que estreou no dia 8 de março em cinco capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Porto Alegre.



Duas mulheres com o realizador Carlos Nascimbeni (dir.)

Assinala-se nesta sexta-feira (08.03.) o dia internacional da mulher. Um documentário de Carlos Nascimbeni (dir.) fala sobre cinco mulheres africanas que deixaram a sua impressão digital na história do continente.
"O subterrâneo funcionamento deste continente está nas mãos da mulher. É exatamente aquele ditado que diz: 'A mulher sustenta metade do céu'. No dia em que ela larga, tudo rui", diz Luísa Diogo no trailer do documentário "Mulheres Africanas – A Rede Invisível".
Sentada numa cadeira, com o "penteado da rainha" em forma de coroa e vestido típico africano de cor verde, a antiga primeira-ministra de Moçambique descreve, no filme, a importância das mulheres no seu país e em África: a mulher, conta Luísa Diogo, é alguém que consegue unir toda a gente à sua volta.
Essa é justamente uma das grandes mensagens do documentário, explica o realizador brasileiro Carlos Nascimbeni: "A teia de ação das mulheres em África é uma que é feita no dia-a-dia, que não aparece, mas é a teia que, na verdade, sustenta o tecido social e determina muitas das relações."
Luísa Diogo, ex-primeira ministra de Moçambique e quadro sénior do partido FRELIMOLuísa Diogo, ex-primeira ministra de Moçambique e quadro sénior do partido FRELIMO
Mulher, a pacificadora
O realizador dá um exemplo – o que aconteceu depois da guerra civil em Moçambique: "Uma família, cada um contra o outro. Você tem um irmão que está de um lado e um irmão que está do outro. Quando a guerra acabou, quem foi que unificou essas pessoas? Foi a mulher, a mãe. Ela trouxe os seus filhos para dentro de casa, o seu marido, e disse: 'olha, aqui não há guerra'."
Outra das pessoas que Nascimbeni entrevistou foi Graça Machel, antiga esposa do primeiro Presidente moçambicano, Samora Machel, e atual mulher de Nelson Mandela e também ex-ministra da Educação em Moçambique.
Além dela, outras três mulheres contam as suas histórias: a Nobel da Literatura sul-africana Nadine Gordimer, a Prémio Nobel da Paz liberiana Leymah Gbowee e a empresária da Tanzânia, Sara Masasi.
O documentário de 80 minutos já passou pelo festival Dockanema, em Moçambique, e também pelo Festival de cinema do Rio.
Agora, vai poder ser visto pelo grande público nas salas de cinema de cinco cidades brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.
Graça Machel lidera projetos de desenvolvimento comunitário em MoçambiqueGraça Machel lidera projetos de desenvolvimento comunitário em Moçambique
O documentário será exibido em África
Depois, o realizador diz que as histórias das cinco mulheres africanas vão continuar a ser contadas nas televisões de África: "Nós fechámos um contrato com uma empresa que vai distribuir o filme em África. Acho que principalmente para a televisão."
Carlos Nascimbeni planeia também levar o documentário a outros lugares: "Agora, depois desta exibição que vai ficar, provavelmente, um mês em cartaz aqui, nós vamos verificar a possibilidade de exibir em outros países. Eu acho que Portugal deve ter muito interesse. Provavelmente a Alemanha também… ou a China."
Autor: Guilherme Correia da Silva
Edição: Nádia Issufo / Renate Krieger

terça-feira, 20 de novembro de 2012

QUASE TUDO PARECE DIFERENTE

Voltei a Angola depois de dois anos e meio.

Quase tudo parece diferente.

Na rua, dois policiais tentam nos achacar durante uma filmagem.

No aeroporto, deixando o país, um dos funcionários da segurança no aparelho de raios-X pede dinheiro.