quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

UM VISTO QUASE NA MÃO, OUTRO VISTO QUASE PERDIDO E UMA PRETÓRIA DESCONHECIDA

Pouco consegui ver de Pretória.

Estou em Centurion, um bairro afastado da cidade.

O trabalho fica em Joanesburgo.

A primeira entrevista estava marcada para às 10h.

O motorista veio me pegar às 7h. São cerca de 60km, mas por causa do trânsito, levamos mais de duas horas para chegar.

Joanesburgo, pelo menos a parte em que estive, é uma cidade intramuros. Muros altos, arames farpados e enormes placas alertando os meliantes sobre possíveis reações armadas aos invasores.

Restaurantes fecham cedo. Fui jantar com Pedro e Isabel. Quando terminamos, às 22h30, éramos os últimos e os garçons só esperavam nossa saída para fechar as portas.

Comparado com Luanda, tudo é muito organizado e pacato. Mas deve cansar depois do terceiro dia.

Parece que o meu visto para a Líbia foi finalmente conseguido. Só conseguirei saber amanhã.

O visto para voltar a Angola parece que vai ficar para a próxima.

Simplesmente é impossível estabelecer qualquer contato telefônico, mediúnico ou de fumaça com a embaixada angolana em Pretória.

3 comentários:

Afonso Loureiro disse...

Não é exclusivo da embaixada de Angola em Pretória... Julgo que faça parte dos requisitos das Embaixadas de Angola pelo mundo fora. São tão importantes, tão importantes, que não se podem dar ao luxo de comunicar com exterior.

Helga disse...

Sinal de fumaça talvez??

Adorei essa história de que você consegue sair do país mas não tem necessariamente garantias de quando poderá voltar.

Lorena disse...

Ou seja, é possivel conseguir visto para ir a outros países, mas não consegue visto para voltar para casa. Cada vez dou mais valor às facilidades de um país organizado.