Uma vez a cada mês e meio ele fica três, quatro dias sem trabalhar, numa das crises recorrentes. Desta vez, está há mais de uma semana em casa. Febre, diarréia, mal-estar.
Quando abro a porta de casa, sempre entram seis ou sete mosquitos. No carro, sempre há um ou dois mosquitos desesperados por causa do ar-condicionado. Baixamos os vidros para que eles saiam e voem ao encontro do bafo quente que assola Luanda.
Seria possível que um desses mosquitos (tanto os que ficam à espreita para entrar em casa quanto os que invadem o carro) tenha picado o Domingos e depois a mim? Será que já estou contaminado por malária, que só não se manifestou ainda porque meu sistema imunológico não apresentou uma daquelas baixas que permitem o surgimento de gripes, dores de garganta e paludismo?
Uganda: Netizens Show Support for National Team on Twitter, Facebook
17 minutos atrás

5 comentários:
Seu testamento anda atualizado? :D
Tem como você fazer teste aí pra saber? Quanto mais cedo melhor.
Salve Diário da África.
Posso avaliar pelos seus posts que vc está um tanto jururu, borocochô e sorumbático. Um tanto macambúzio.
Ou será tudo impressão minha?
Companheiro, esta é uma boa dúvida que eu também tenho. O mosquito pica várias vezes consecutivas? Ou quando pica e enche a barriga, ele se recolhe para metabolizar o sangue que acabou de sugar? O plamódio da malária é transmitido pela saliva do mosquito, certo? Doutora Flávia da Costa pode nos ajudar com essas dúvidas? Só por curiosidade, porque eu já estou a salvo do paludismo, do outro lado do Atlântico... Abs,
que nada, isso aí é o velho spleen dos melancólicos poetas românticos...
Tomara que não, mas se for positivo, fuja dos remédios à base de quinino 'made in india' e parta logo para o Coartem:
http://en.wikipedia.org/wiki/Coartem
http://www.medicalnewstoday.com/articles/23629.php
É pá-buf.
Boa sorte!
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