O papa veio com tudo para a África.
Camisinha, não! Fidelidade, castidade e abstinência!
Eis a fórmula do elixir da vida.
Enquanto isso, em África: 25 milhões de pessoas morreram de Aids desde o início dos anos 80. Na Suazilândia, minúsculo país com pouco mais de 1 milhão de habitantes no sul do continente, praticamente um enclave entre a África do Sul e Moçambique, 40% da população está contaminada pelo vírus HIV.
Cada um na sua.
Uganda: Netizens Show Support for National Team on Twitter, Facebook
19 minutos atrás

6 comentários:
Este papa e o último são grandes assassinos ao se posicionarem contra a camisinha na África. São responsávei por milhões de mortes. Deveriam voltar pro Vaticano, engordar e morrer.
E a igreja não sabe por que está perdendo cada vez mais fiéis.
Poizé.. aí que tá. Não sou católica, mas não acho que o Papa está errado. Porque pense só: na lógica católica o sexo é somente para reprodução e vc ainda (depois de ter cometido este pecado e maculação do outro corpo) deve viver o resto da vida se punindo por tal ato. Sexo só depois do casamento, e só na hora de conceber os filhos.
Tá me entendendo? Se os ditos católicos agissem como manda a Igreja não haveria tal nível de AIDS. Se não é adepto de todos os preceitos da religião, então mude de religião. Ao invés de querer mudar a religião (pro que mais convier, criando facções) ou dizer uma coisa e agir diferente.
Acho que a Igreja gostava era do tempo da Idade Média.. informação só pra eles, subjugação dos outros, total controle da vida das pessoas (e por que não? dos países também). Bulas papais regulando as vidas, novas regras saídas de interpretações da Bíblia ou não. A ideia do 'temor a Deus'.
Vc não teme o seu superior, vc o respeita. Mas enfim, não é esta a ideia deles.
Não crie polêmica, com falsas interpretações.
O Papa não se posicionou contra a camisinha, apenas afirmou que só ela não basta.
Numa situação deseperadora como a Africa, uma mudança de postura seria muito bem vinda-tudo o que for somar contra a Aids é válido.
Por exemplo, retardando-se o início da atividade sexual em adolescentes, certamente o risco de contágio seria menor.
A impressão que se tem é que você está mais preocupado em se posicionar contra o Papa, por algum motivo maior, do que com a disseminação da Aids.
Lembre que no Brasil, o uso da camisinha é incentivado ao extremo, e, mesmo assim, o número de adolescentes grávidas continua grande.
Só informação não basta, é preciso enfrentar o problema de todas as formas possíveis, inclusive com a mudança de postura sexual, SIM.
A declaração de Chico Bento 16 é mais uma demonstração de arcaísmo quase medieval da Igreja Católica.
Se há Deus, ele está do lado da camisinha, e não desses celibatários alienados da realidade como Chico Bento 16.
Um outro celibatário alienado de realidade é o Arcebispo de Recife, um irresponsável que defende publicamente a excomunhão dos médicos que fizeram o aborto na menina estuprada.
É bom avisar pra esses moralistas extremados que já se foram os tempo de Inquisição!
Viva a camisinha!
Concordo com a Helga.
Mas penso tb o seguinte: Não é a mesma opinião que a igreja tem a anos e anos e que nunca deu mostras de mudar? Porque toda vez que se apresenta esta mesmíssima informação há tanta comoção, se já está todo mundo cansado de saber que esta é a opinião da igreja?
Além disto, se o que a igreja pensa tivesse mesmo tanta importância no cotidiano "sexual" das pessoas, acho que nem estaríamos aqui discutindo Aids. Pra mim não parece razoável responsabilizar a igreja pela expansão da epidemia: todo mundo se comporta sexualmente como acha que deve, mas mesmo contrariando a igreja neste ponto, o indivíduo não vai usar camisinha porque a igreja não permite??? Se ele fosse realmente seguir a igreja sequer faria sexo ( exceto no casamento, blá, bla´, blá...)!
Se a igreja quisesse abraçar a "causa da camisinha" poderia prestar grande ajuda,na minha opinião, pois dispõe de grande capacidade de mobilizzar recursos e voluntários em muitos lugares do mundo, mas cada um tem a liberdade de ajudar como acha que deve, não é? Afinal, a igreja não representa mais o Estado, para ser obrigada a pensar em políticas públicas.
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