terça-feira, 23 de novembro de 2010

BOM DIA ÁFRICA

É o recém-criado blog do engenheiro Fábio Biolchini, que vai passar os próximos dois ou três anos entre a Guiné Conakri e  a Libéria.

A partir de hoje, Bom Dia África entra na relação de sítios que valem a pena.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

TÁS A VER?


Um grupo de brasileiros que tem perambulado pelo continente africano nos últimos anos se reuniu e criou o coletivo “tás a ver?”.
Os brasileiros são, a saber: Carol Misorelli, Eliza Capai, Fernanda Polacow, João Fellet, Juliana Borges, Otavio Santana e Roberta Lotti.
As fotos tiradas ao longo das viagens viraram exposição em São Paulo.
Podem ser vistas até o dia 27 de novembro na galeria Matilha Cultural.
Ninguém melhor do que os autores para falar sobre as fotos:
“As imagens são registros de nossas andanças pelo continente africano em que buscamos trazer nosso olhar dessa África contemporânea, atual, vibrante, que mistura o tradicional e o moderno. A curadoria do material e cenografia da exposição, bastante ousada e surpreendente, é assinada por Cláudia Afonso e Pedro Vieira.”
As fotos deste post fazem parte da exposição.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O RECONHECIMENTO DE ANGOLA PELO BRASIL - II

 "O reconhecimento de Angola pelo Brasil em 1975" é um relato escrito pelo embaixador Ovidio de Andrade Melo.

O texto, de quase 100 páginas, será disponibilizado aos poucos aqui no Diário.

Para visualizar melhor o texto, basta clicar nas páginas.








Para ler a postagem com o arquivo anterior, clique no link a seguir: Parte 1.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A AÇÃO DO EXÉRCITO ANGOLANO EM CABINDA


O video foi uma dica do João.

SITUAÇÃO MILITAR TENSA EM CABINDA

Notícia divulgada ontem pela Voz da América.

Na foto, guerrilheiros das FLEC.

SITUAÇÃO MILITAR TENSA EM CABINDA

A facção da FLEC leal a Nzita Tiago reivindicou um ataque ontem em Cabinda… e a facção leal a Alexandre Tati afirma que se houve uma ofensiva das Forças Armadas Angolanas contra tropas rebeldes.


Sem esclarecimentos de Luanda fica a hipótese de se terem verificado dois ataques, um da FLEC e outro das FAA.

A facção leal a Nzita Tiago diz que atacou a escolta militar de uma viatura que transportava funcionários de uma empresa de prospecção de petróleo. O general Nhemba Pirilampo disse à VOA que no ataque as suas forças abateram um total de 12 militares e civis. Diz também que os ataques vão continuar até que Luanda aceite negociar a paz com Nzita Tiago em vez de manter conversações com Tati e Estanislau Boma

Aliás, o brigadeiro Gimbi Semfa, leal à facção da FLEC de Alexandre Tati afirma que três horas após o ataque de Nhemba um campo de Boma foi atacado pelas FAA tendo sofrido três mortos 4 dois feridos.

Levanta-se, assim, a hipótese de se terem registado dois ataques, mas Luanda ainda não confirmou qualquer acção militar contra as forças de Boma e descreveu o ataque de Nhemba como um acto terrorista.

Estanislau Boma lamentou que as suas forças tenham sido atacadas durante uma trégua e num momento em que se devia falar de paz. Não está fora de causa que a acção das FAA, como retaliação pelo ataque de Nhemba, tenha sido desencadeado contra o alvo errado – Boma.

Escute as entrevistas com o general Nhemba Pirilampo e o brigadeiro Gimbi Semfa.

Para ler a notícia no sítio da Voz da América, clique aqui.

* a foto é de PNN/Rui Neumann

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O RECONHECIMENTO DE ANGOLA PELO BRASIL - PARTE 1

 "O reconhecimento de Angola pelo Brasil em 1975" é um relato escrito pelo embaixador Ovidio de Andrade Melo.

O texto, de quase 100 páginas, será disponibilizado aos poucos aqui no Diário.

Para visualizar melhor o texto, basta clicar nas páginas.




segunda-feira, 8 de novembro de 2010

AEROGRAMA

Acabei de receber um Aerograma pelo correio.

Aerograma é o nome do blog que o Afonso Loureiro criou para relatar as experiências e percepções sobre Luanda e Angola nos dois anos em que viveu no país.

De aerograma virtual, o Aerograma virou "Aerograma - Dois anos em Angola", com textos selecionados e adaptados pelo Afonso para o universo físico do livro.

Nos dois anos em que vivi em Angola, encontrei com o Afonso - infelizmente - uma única vez.

Dividimos uma pizza e alguns finos na Padrinho's.

A promessa de um repeteco não se concretizou e agora estamos os dois em continentes diferentes, mas ainda conectados pela experiência angolana.

Para quem quiser conhecer um pouco de Luanda e de Angola sob um olhar preciso, "Aerograma - dois anos em Angola" é leitura obrigatória.

Para adquirir o livro, clique aqui.

E boa leitura!