Estabilidade, investimentos, crescimento... mas nada sobre as constantes violações dos direitos humanos cometidas pelo atual presidente, Paul Kagame - que goza de um amplo apoio da comunidade internacional. Parece-me incompleta sem esse outro lado da história... particularmente, acredito que minimizar os problemas que o país ainda sofre não ajudará na superação dos problemas do passado.
Laurinha, Concordo plenamente com vc. A reportagem está incompleta sem a abordagem dos temas que vc mencionou. Infelizmente tive apenas uma tarde para fazer a matéria em Kigali. Eu estava de passagem por Ruanda, voltando do Congo para África do Sul. Para falar sobre direitos humanos, eu teria que entrevistar mais gente do governo, ONGs e tentar falar com o próprio Kagame. Como não seria possível, seria injusto apenas expor os problemas e não ouvir o outro lado. Por isso optei por esta reportagem: a história do massacre e como o país tenta seguir adiante. Obrigado pelo comentário. Apareça sempre.
Carlos Alberto Jr. é jornalista. Está em Washington (DC) desde maio de 2010. Trabalhou em jornais, revista e agência de notícias em Campos dos Goytacazes (RJ), São Paulo e Brasília.
Viveu dois anos em Angola como correspondente da TV Brasil na África e fez reportagens em 15 países do continente e no Timor Leste.
Contato: carlosjr153@hotmail.com
2 comentários:
Estabilidade, investimentos, crescimento... mas nada sobre as constantes violações dos direitos humanos cometidas pelo atual presidente, Paul Kagame - que goza de um amplo apoio da comunidade internacional. Parece-me incompleta sem esse outro lado da história... particularmente, acredito que minimizar os problemas que o país ainda sofre não ajudará na superação dos problemas do passado.
Laurinha,
Concordo plenamente com vc. A reportagem está incompleta sem a abordagem dos temas que vc mencionou.
Infelizmente tive apenas uma tarde para fazer a matéria em Kigali. Eu estava de passagem por Ruanda, voltando do Congo para África do Sul.
Para falar sobre direitos humanos, eu teria que entrevistar mais gente do governo, ONGs e tentar falar com o próprio Kagame.
Como não seria possível, seria injusto apenas expor os problemas e não ouvir o outro lado.
Por isso optei por esta reportagem: a história do massacre e como o país tenta seguir adiante.
Obrigado pelo comentário.
Apareça sempre.
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